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Postado em October 30, 2017



O PRESIDENTE da República, Filipe Nyusi, disse na semana passada, no acto do lançamento da campanha agrícola 2017/18, na vila da Moamba, não faze

O PRESIDENTE da República, Filipe Nyusi, disse na semana passada, no acto do lançamento da campanha agrícola 2017/18, na vila da Moamba, não fazer sentido, que o país continue a importar alimentos, numa altura em que os produtores apresentam excedentes agrícolas por falta de mercado.
“Não faz sentido continuarmos a importar alimentos, num contexto em que os nossos produtores, se queixam de incapacidade de comercialização e de escoamento para os mercados. Devemos também, assumir a força no agro-processamento, como forma de agregarmos valor aos nossos produtos e garantirmos que o sector industrial tenha matéria-prima nacional. Contudo, para a materialização desse desiderato, é preciso que os nossos produtos tenham a qualidade necessária”, observou o Chefe de Estado.
Em cada ano há um lema orientador e a linha para 2017-18 está definida: "Por uma Agricultura Orientada para o Agro-Negócio e Segurança Alimentar e Nutricional".
Na reunião de terça-feira, o Conselho de Ministros definiu as metas de produção da campanha e todas apontam para um crescimento relativamente à época que está a terminar.
O Governo pretende que o país produza 3,2 milhões de toneladas de cereais (mais 6,67% que na actual campanha), 14,3 milhões de toneladas de raízes e tubérculos (mais 12,6%), 793,6 mil toneladas de leguminosas (mais 12,25%), 140 mil toneladas de caju (mais 2,19%) e 80 mil toneladas de algodão (mais 23%, recuperando de uma quebra de produção).

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